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O câncer de próstata é a neoplasia mais comum nos homens e a segunda em mortalidade. O risco de um homem, durante toda a vida, desenvolver neoplasia maligna da próstata é de aproximadamente 30% e que ele se torne clínico é de 10%. Portanto, parte considerável dos tumores é indolente.

A incidência aumenta com a idade, sendo de um entre cada oito homens após os 60 anos a probabilidade de aparecimento de tumor clinicamente significativo.

Noventa e cinco por cento dos tumores estão localizados na parte periférica da glândula, o que retarda o aparecimento dos sintomas urinários e explica a importância do toque retal.

A história familiar é importante, sendo a possibilidade do aparecimento de neoplasia duas vezes maior nos homens que têm ao menos um parente direto, como pai ou irmão. Pai e outro familiar direto, como tio e avô, cinco vezes. Mais de dois parentes diretos aumenta em dez vezes.

O objetivo do exame anual é detectar precocemente, numa fase inicial e maior potencial de cura. O nome preventivo é, portanto, inadequado.

Os exames recomendados após os 45 anos (35 em casos de história familiar) são o toque retal e a dosagem sanguínea do PSA. Apesar do nome (antígeno prostático específico) o PSA não é específico da próstata, e nem do câncer. Pode ocorrer seu aumento em outras condições clínicas, tais como prostatite, retenção urinária, hiperplasia prostática benigna e após manipulações do trato urinário inferior. Foi encontrado inclusive nas glândulas salivares e no pâncreas.

Os métodos de tratamento do câncer prostático incluem observação controlada, cirurgias, radioterapia e hormonioterapia. Os tumores localizados são mais bem tratados com cirurgia ou radioterapia em alguns casos, enquanto a hormonioterapia fica reservada aos mais avançados.

Diretrizes Ca Próstata

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